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SHEMA YSRAEL, YAOHUSHUA ELOHENU UL, YAOHUH  ECHAD! Dt 6:4.

Escuta Yaoshor'u! Yaohushua é o nosso Criador; o Eterno é um Só!

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Curso de Teologia

O Yaoshorul'ita e o Seu Dinheiro

 
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Introdução

A Bolsa de Valores sobe! Juros caem! Inflação volta! Crise econômica preocupa o governo[deveria]! As manchetes nos jornais, revistas e programas de televisão não param de falar sobre dinheiro... No Brasil, como em muitos outros países, governos são eleitos e desfeitos por circunstâncias e políticas econômicas. Não é à toa que o atual governo (2012) investe “tanto” em políticas sociais do tipo “bolsa família”. Como a imensa maioria são pessoas de pouca cultura, um pouco de dinheiro “de graça”, basta para continuar mantendo-os no poder!

Edição segundo o Unitarianismo by oCaminho

[IMPORTANTE – NÃO DEIXE DE LER TODAS AS PASSAGENS BÍBLICAS]

Mas, essa preocupação com dinheiro não é assunto exclusivo do governo [corrupto]. Muitas oholyaos/congregações, também, se dedicam à busca do dinheiro para enriquecimento próprio através da coleta antibíblia dos dízimos e campanhas em prol da (doutrina) da prosperidade! Algumas enfatizam a procura da prosperidade na vida dos adeptos, e muitas mostram uma preocupação muito grande em arrecadar dinheiro para a própria igreja. A maioria das pessoas vive numa constante agitação por causa de diversos problemas financeiros — contas já vencidas, desejos de receber aumentos salariais, dívidas assustadoras, etc. O que o CRIADOR ensina para nos socorrer no meio de tanta preocupação sobre o dinheiro? Vamos examinar alguns princípios bíblicos que vão nos ajudar a fazermos a vontade do CRIADOR na aquisição e uso do dinheiro. As Escrituras fala muito sobre esse assunto; por isso, este estudo contém muitas citações bíblicas. Por favor, tome o tempo necessário para ler cada passagem e confirmar que o ensinamento aqui é do CRIADOR, não de meros homens.

O dinheiro é nossa ferramenta, não nosso dono!

Muitas pessoas são escravas do dinheiro. Lutam tanto para ter dinheiro que nem tempo para gozar da sua prosperidade, tem (a isto chamamos de AVAREZA)! O desejo de ter coisas e acumular riquezas domina a vida de muita gente. Você já ouviu alguém falar sobre as posses de Bill Gates ou outro rico com tom de inveja na voz? O servo do CRIADOR precisa reconhecer que o dinheiro é uma ferramenta que deve ser empregada em boas obras, e não nosso soberano. Uma das táticas mais eficazes do diabo é apagar o zelo do yaoshorul’ita com preocupações financeiras (Mt 13:22). Yaohu’shua ensinou claramente que nós temos que escolher entre dois soberanos (Mt 6:19-34).

Mas, muitas pessoas se tornam escravas do dinheiro por acumular dívidas. Por que alguém assinaria um papel para assumir dívida e pagar juros — às vezes tão altos que acabam quadruplicando o custo da compra, via cartões de créditos? Os problemas mais comuns com dívida são: 

1. Motivos errados: avareza, cobiça e inveja (Pv 23:1-5; Tg 4:2-4). Em vez de trabalhar e exercer domínio próprio para poupar dinheiro e comprar à vista, pessoas se enganam e pagam em prestações para obter as coisas imediatamente. 

2. Procedimento errado: desonestidade. A pessoa que promete pagar é obrigada cumprir a promessa. Aquele que promete e não paga está pecando. Quem promete quando sabe que não tem condições para pagar é um mentiroso, indigno da vocação a que fomos chamados (Ef 4:1,25; Mt 5:37). 

3. Vida desordenada: falta de administração. Ao invés de cuidar das suas obrigações como o CRIADOR mandou, o devedor acaba sendo dominado por outros (Pv 22:7). Falta domínio próprio, uma das qualidades essenciais da vida cristã (Gl 5:23; II Pe 1:6).

Os servos do CRIADOR precisam entender bem alguns princípios que as Escrituras ensinam sobre o dinheiro, para não serem enganados e escravizados ao dinheiro. Aprendemos nas Escrituras que nunca devemos pôr nossa confiança nas riquezas (I Tm 6:17-19; Pv 11:28; Lc 12:15-21; I Tm 6:4-11). O dinheiro não é fonte de alegria ou contentamento (Pv 15:16-17; Ec 5:10-11). Apesar das doutrinas de muitas oholyaos/congregações, hoje, que dizem que a prosperidade é evidência da fidelidade; as Escrituras ensinam que nem riqueza nem pobreza, por si só, nos faz melhor servos do CRIADOR. É bom ter o suficiente, mas não o excesso (Pv 30:7-9).

Honestos no trabalho e nas finanças

Há muita preguiça e desonestidade no mundo, mas o discípulo de Yaohushua hol'Mehushkyah tem que tirar tais atitudes pecaminosas de sua vida. Devemos trabalhar honestamente e diligentemente, lembrando que o Messias está nos observando (Cl 3:22-25; Pv 27:23-27). O preguiçoso está sempre se enrolando em negócios que, diz ele, trarão riquezas fáceis e rápidas. Homens sem entendimento têm cometido o mesmo erro por milhares de anos. “O que lavra a sua terra virá a fartar-se de pão, mas o que se ajunta a vadios se fartará de pobreza. O homem fiel será cumulado de bênçãos, mas o que se apressa a enriquecer não passará sem castigo.... Aquele que tem olhos invejosos corre atrás das riquezas, mas não sabe que há de vir sobre ele a penúria” (Pv 28:19-20,22). O yaoshorul’ita precisa abandonar qualquer maneira desonesta de ganhar dinheiro e fazer “com as próprias mãos o que é bom” (Ef 4:28).

Não somente no trabalho, mas em todos os negócios, devemos ser absolutamente honestos (Pv 10:2; 16:8; 20:17; 22:28). “Trabalhar por adquirir tesouro com língua falsa é vaidade e laço mortal” (Pv 21:6). A pessoa honesta evitará dívidas desonestas e excessivas (Pv 22:7,26-27). Ela pagará os devidos impostos e obedecerá às leis do governo (Mt 22:17-21; Ro 13:1-7; I Pe 2:13-17). Não será gananciosa, nem oprimirão outros (Pv 28:8; Tg 2:6-7; 5:1-6; Am 8:4-6).

Cumprindo obrigações financeiras

O yaoshorul’ita deve administrar bem seu dinheiro, porque o CRIADOR lhe deu várias responsabilidades. A pessoa que usa seu dinheiro para servir da maneira que o Messias quer está se preparando para estar com o CRIADOR para sempre (I Tm 6:17-19; Lc 16:1-13). Considere algumas responsabilidades — ou, melhor, privilégios — que ele deu aos seus servos.

Participar do trabalho da igreja: Desde o início, as oholyaos/congregações do Messias têm recebido e usado dinheiro no seu trabalho. No Novo Testamento, aprendemos que a igreja recebeu dinheiro por ofertas voluntárias (Atos 4:32-37 cf. II Co 9:7) dadas no primeiro dia da semana* (I Co 16:1-4). Essas coletas foram feitas em cada congregação local, e a própria congregação empregou o dinheiro no trabalho autorizado pelo CRIADOR. Uma oholyao que recolhe e manda todo o dinheiro para alguma sede, matriz ou “igreja mãe” está fugindo do padrão bíblico – mesmo que esta diga que vai “juntar e dividir” (administrar) proporcionalmente. As ofertas locais são destinas exclusivamente para as despesas locais...

Nota de o Caminho:  Os trinitarianos usam esta passagem para “validar” o domingo como o ATUAL dia sagrado a ser observado (guardado)... Mas, Sha’ul estava apenas sendo coerente: os judaicos recebiam seus salários semanalmente, isto é na tarde da sexta-feira... Como já se iniciava o sábado, os yaoshorul’itas guardavam o dinheiro e somente depois do sábado – já no primeiro dia da semana – saíam para gasta-lo (Mc 16:1). Antes que gastassem TUDO, reservassem neste dia, suas ofertas!!!

Porém, as Escrituras nos mostram algo mais: Uma oferta especial ou parte das ofertas locais podem – e deve – ser enviada para a oholyao central [que mantém a unidade doutrinal entre as oholyaos/congregações locais] – Ro 15:26-27. Esta, hoje, por ser apenas uma instituição, não precisa de “alimentos”, mas de dinheiro para as suas despesas básicas e administrar um fundo comum destinado a socorrer as oholyaos/congregações locais em suas despesas locais – inclusive para o evangelismo – quando as ofertas locais não forem suficientes...

Cada yaoshorul’ita tem a responsabilidade de dar “conforme a sua prosperidade” (I Co 16:2), “segundo tiver proposto no coração” e “com alegria” (II Co 9:7). Enquanto o Novo Testamento não exige o dízimo (que foi obrigatório para os judaicos antes da cruz, sob o sacerdócio levítico e que comumente naquele contexto, era composto de alimentos), não devemos pensar que o CRIADOR quer só as migalhas que sobram depois de nos fartar. Yaohu’shua elogiou o espírito de sacrifício da viúva pobre (Lc 21:1-4), mostrando-nos que aquela oferta representava o “seu coração”. Sha’ul/Paulo agradeceu o sacrifício dos fylypsiahns como uma oferta agradável ao CRIADOR (Fl 4:18). Ele elogiou os irmãos da Macedônia por sua generosidade, dizendo que “deram-se a si mesmos primeiro ao Messias” (II Co 8:5). Eles descobriram a chave da generosidade e a prosperidade veio como consequência e não como busca! A pessoa que recusa dar liberalmente tem esquecido que Yaohu’shua deu a própria vida para nos resgatar. Devemos sacrificar com alegria!

Sustentar a família: Numa época em que muitas famílias sofrem por causa da preguiça e irresponsabilidade de homens, devemos lembrar que quem é convertido a Yaohu’shua hol'Mehushkyah vai se transformar. Sha’ul/Paulo confrontou esse problema de homens ociosos em Teslonikyah, e os sacudiu com palavras fortes e claras: “...e a diligenciardes por viver tranquilamente, cuidar do que é vosso e trabalhar com as próprias mãos, como vos ordenamos; de modo que vos porteis com dignidade para com os de fora e de nada venhais a precisar” (I Ts 4:11-12); “Porque, quando ainda convosco, vos ordenamos isto: se alguém não quer trabalhar, também não coma....determinamos e exortamos, no Messias Yaohu’shua Yaohushua hol'Mehushkyah, que, trabalhando tranquilamente, comam o seu próprio pão” (II Ts 3:10-12).

Em outra carta, ele falou da obrigação de sustentar parentes, especialmente viúvas: “Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente” (I Tm 5:8).

Ajudar os necessitados: Como discípulos de Yaohushua hol'Mehushkyah, temos a responsabilidade de usar o nosso dinheiro para ajudar os necessitados. Generosidade faz parte do caráter do yaoshorul’ita verdadeiro. Devemos trabalhar para ter condições para ajudar outros (Ef 4:28). Os que são abençoados com coisas materiais devem as usar para boas obras de caridade (I Tm 6:17-18). Cada um de nós tem a responsabilidade de ajudar as viúvas e os órfãos (Tg 1:27). Entre as coisas que Yaohu’shua vai examinar no julgamento é nossa benevolência para com outros (Mt 25:35-46). Cada um responderá pelas coisas feitas nessa vida. Vamos meditar nos ensinamentos bíblicos para aprender como mostrar esse cuidado para os outros (leia Sl 112:5-6; Mt 19:21; I Jo 3:17). Sempre lembremos que o segundo grande mandamento é amar ao próximo (Mt 22:39).

Motivos para ser bons administradores

Quando consideramos tudo que devemos fazer com nosso dinheiro, compreendemos a importância da boa administração financeira. Nosso dinheiro é uma ferramenta que devemos empregar para fazer a vontade do CRIADOR. Somos privilegiados em participar do trabalho de uma igreja e em ter condições para sustentar a família e ajudar outras pessoas. E, no final das contas, qualquer sacrifício que oferecemos será nada em comparação com o sacrifício de Yaohu’shua na cruz (Lc 17:10).

 

O Que as Escrituras Ensinam sobre a Igreja e seu Dinheiro?

O dinheiro está no âmago de muitos problemas das oholyaos/congregações. Algumas delas enchem seus cofres, exigindo dízimos de seus membros para financiar estilos de vida extravagantes dos dirigentes da igreja. Muitos usam as economias da igreja para construir grandes empresas (para gerar mais lucros) ou até mesmo aplicam nas bolsas; e, mais ultimamente, financiam campanhas políticas para elegerem políticos que ajam em prol de seus interesses.... É isto que o CRIADOR quer? Aqueles que verdadeiramente procuram seguir Yaohu’shua precisam buscar Sua vontade nas Escrituras – VT & NT. Ali encontramos tanto instruções dadas por profetas e apóstolos inspirados, como exemplos de como as oholyaos/congregações obtinham e usavam o dinheiro no serviço do Messias.

O que as Escrituras dizem sobre as finanças da igreja

Ao entrarmos neste estudo, será útil lembrarmos de dois princípios básicos sobre as oholyaos/congregações do Novo Testamento: No plano do CRIADOR, a igreja é um corpo espiritual, com uma missão espiritual. Muitos dos problemas das oholyaos/congregações modernas, relacionados com dinheiro, são resultado de decisões humanas de deslocar o centro das atenções da sua missão espiritual para os interesses sociais, políticos ou comerciais (União Igreja/Estado). No Novo Testamento, as oholyaos/congregações locais eram autônomas, cada uma servindo independentemente sob a autoridade da palavra de Yaohushua hol'Mehushkyah.

Muitos, para fugirem das suas responsabilidades para com a OBRA alegam que no Novo Testamento não se fala de nenhum tipo de estrutura de organização ligando as oholyaos/congregações locais; são contra a construção de templos, hoje construções próprias ou alugadas para ser sedes das oholyaos/congregações locais destinadas principalmente para as reuniões da congregação. Realmente, as hierarquias enormes das denominações (Igrejas Sede; Associação ou Administração Central), tão comuns nestes dias, nunca são encontradas no Novo Testamento. Porém, o centro sempre foi Jerusalém/Yaosh’ua-oléym e quando TAMBÉM esta estava em dificuldades, as oholyaos/congregações locais se juntavam para socorre-la – Ro 15:26-27. E, quando estas tinham algum tipo de dificuldades (materiais ou principalmente doutrinárias) as oholyaos/congregações locais recorriam à ela, a SEDE – At 15:6, 25 (leia o cap. todo)! Se ELA – a igreja Sede -  existia, como ela se sustentava se não pelas ofertas destinadas à ela? Portanto, devemos ser contra o atual sistema pentecostal – com a nefasta doutrina da prosperidade – mas não contra a construção de prédios (casa, salão, etc) onde a oholyaos/congregações local possa se reunir ou possuir um endereço para destinar pessoas interessadas em aprender a Verdade. E como estes “endereços” serão sustentados? Pelas ofertas!!! II Co 9:7.

Como as oholyaos/congregações do Novo Testamento recebiam dinheiro?

Normalmente, das contribuições dos yaoshorul’itas. As oholyaos/congregações, geralmente, recebiam seu dinheiro de contribuições voluntárias dos membros. "Quanto à coleta para os santos, fazei vós também como ordenei às oholyaos/congregações da Galácia. No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá juntando, para que se não façam coletas quando eu for" (I Co 16:1-2)."Pois nenhum necessitado havia entre eles, porquanto os que possuíam terras ou casas, vendendo-as, traziam os valores correspondentes e depositavam aos pés dos apóstolos; então, se distribuía a qualquer um à medida que alguém tinha necessidade" (At 4:34-35). Sha’ul/Paulo ensinava que os yaoshorul’itas deveriam dar voluntariamente e com alegria: "Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque o CRIADOR ama a quem dá com alegria" (II Co 9:7).

Em casos excepcionais, de outras oholyaos/congregações. Em casos de necessidade, tais como aquela causada por severa fome na Judéia/Yaohu’dáh, as oholyaos/congregações pobres receberam assistência financeira das mais prósperas congregações de outros lugares (At 11:27-30). É por isto que Sha’ul/Paulo enviou instruções à igreja em Corintyah (também mencionadas em Ro 15:25-32) sobre as doações para ajudar os irmãos de Jerusalém/Yaosh’ua-oléym (I Co 16:1-4; II Co 8).

Como as oholyaos/congregações do Novo Testamento usavam seu dinheiro?

Para ensinar o evangelho. Desde que a missão principal da igreja é espiritual (I Tm 3:15), não é surpresa que as oholyaos/congregações do Novo Testamento usassem seu dinheiro para espalhar o evangelho; afinal, sempre estivemos em um mundo temporal, movido a “dinheiro”. Exemplos deste emprego dos fundos arrecadados incluem o sustento financeiro de homens que pregavam o evangelho (I Co 9:1-15; II Co 11:8; Fl 4:10-18) e aos que serviam integralmente ao serviço (rosh) – I Tm 5:17-18.

Para acudir os santos necessitados. Quando os yaoshorul’itas pobres necessitavam de assistência, o dinheiro dado à congregação era usado para acudir àquelas necessidades (At 4:32-37; 6:1-4).

Aplicações: O que o CRIADOR autorizou para nossos dias?

Desde que as Escrituras registra tudo o que precisamos saber para servir ao CRIADOR de modo aceitável (II Pe 1:3; Jd 3; II Tm 3:16-17), aqueles que hoje procuram servir ao Messias deve seguir somente o que nos é dado como exemplo, no Novo Testamento. O CRIADOR não nos deu permissão para tentar melhorar Seu plano. O modelo do Novo Testamento pode parecer muito simples, e não sofisticados, às pessoas que estão rodeadas por imensos empreendimentos multinacionais, mas os fiéis precisam contentar-se em fazer a obra do CRIADOR à maneira do CRIADOR, apenas com o necessário para o hoje. Nossa missão não é juntar grande riqueza ou construir enormes organizações. Nossa missão é servir Yaohu’shua e mostrar aos outros como fazer o mesmo. Os verdadeiros yaoshorul’itas não estão interessados em competir com o mundo, mas simplesmente procuram agradar o CRIADOR.

As oholyaos/congregações que seguem o modelo do Novo Testamento receberão seu dinheiro de contribuições voluntárias dos yaoshorul’itas. Nos casos em que há mais irmãos pobres do que a congregação é capaz de ajudar, elas podem também receber assistência de outras congregações; daí a necessidade da existência de uma oholyao/congregação sede, que receba ofertas das demais para gerir um fundo comunitário...

Este dinheiro será então dedicado à obra que o CRIADOR autorizou. A principal missão da igreja sempre será espiritual, alcançando os perdidos e edificando os salvos. Os recursos financeiros da oholyao sede serão usados para completar sua missão de proclamar a pura mensagem do evangelho através das oholyaos/congregações locais. Repetimos, quando há casos de necessidade entre os discípulos, a oholyáo sede pode usar suas economias para dar assistência. Quando as oholyaos/congregações mais prósperas sabem de tais necessidades nas congregações mais pobres, elas também podem fazer como as oholyaos/congregações da Galácia, Macedônia e Acaia fizeram e enviar dinheiro para ajudar seus irmãos, de modo específico, isto, alçarem uma oferta especial para este fim (veja I Co 16:1; II Co 8:1-4; 9:1-2).

Mais aplicações: O que o CRIADOR não autorizou para os dias atuais?

Já examinamos o modelo encontrado nas Escrituras. Dito simplesmente, as oholyaos/congregações de hoje estão autorizadas a receber e usar seu dinheiro do mesmo modo que as oholyaos/congregações do Novo Testamento, e não têm permissão do CRIADOR para fazer mais do que isto. Aqueles que vão além da palavra de Yaohushua hol'Mehushkyah, para fazer o que não foi autorizado, pecam contra ele (I Co 4:6; II Jo 9). Em resumo, bastaria dizer que podemos fazer o que o CRIADOR permitiu, e nada mais!

Mas algumas práticas se tornaram tão comuns que é fácil presumir que elas estão certas, ainda que não tenham base nas Escrituras. Seria impossível fazer uma relação de todos os abusos do plano de Yaohushua hol'Mehushkyah, mas podemos examinar alguns exemplos para desafiar cada irmã(o) a examinar tudo o que sua “igreja” pratica. Sha’ul/Paulo disse: "Julgai todas as coisas, retende o que é bom; abstende-vos de toda forma de mal" (I Ts 5:21-22). Aqueles que amam o Messias não temerão uma investigação aberta e honesta de suas práticas, e abandonarão alegremente qualquer prática que o CRIADOR não aprovou.

Examinemos alguns exemplos de práticas que as Escrituras não autoriza:

Exigir dízimo. Muitas oholyaos/congregações pregam que o dízimo é necessário hoje, e sugerem que aqueles que não dão 10% não serão abençoados pelo CRIADOR, antes, estão roubando-O. Eles deixam de fazer a distinção que Yaohu’shua e os apóstolos fizeram entre o Velho e o Novo Testamento. O dízimo era parte da Lei dada (por Yaohushua, o nosso Criador) a Moisés; Lei dada pelo CRIADOR aos judaicos. Passagens tais como Ml 3:10, que é usada frequentemente para exigir o dízimo atualmente, foram escritas para os judaicos, ou melhor, para os SACERDOTES judaicos alguns séculos antes que Yaohushua hol'Mehushkyah morresse para nos resgatar. Haviam leis eternas e transitórias. A Lei ETERNA é a Lei das Dez Palavras – e as transitórias (leis Cerimoniais) apontavam para a cruz, esta sim foi “cravada na cruz”! Não estamos sob essa lei transitória (Gl 3:23-25; 5:1-4; Ro 7:6), porém a Lei Eterna (Moral), continua mais válida do que nunca, palavra do Messias – Mt 5:17-19. Não há uma única passagem no Novo Testamento que autorize as oholyaos/congregações a exigir dízimo; este sistema deixou de existir a pós a cruz – a despeito do Messias tê-lo confirmado; pois até a cruz, era o sistema que mantinha o sacerdócio levita que, também, acabou na cruz – Mt 27:51.

Igrejas proprietárias de negócios. Longe da ênfase espiritual da igreja primitiva, algumas oholyaos/congregações possuem e operam tudo, desde redes comerciais de televisão até lojas de roupas (ou empresas de Táxi Aéreo, Turismo, Hospitais, Escolas, etc). O dinheiro contribuído pelos membros é investido em negócios, e os lucros então – que deveria ser usados para sustentar os demais programas da igreja – são para auferi altos salários aos dirigentes da “denominação” Ou seja, que participa da “panela” (sustentada pela tampa – o povão) estão verdadeiramente ricos; basta ver suas casa (mansões) e carrões e o estatus de seus filhos... Portanto, este pode ser um modo eficaz de aumentar as rendas, mas não é bíblico; não mede o coração como as ofertas medem!

A mudança de foco em coisas espirituais para coisas políticas e sociais. É claro que cada seguidor individual de Yaohushua hol'Mehushkyah tem responsabilidade de praticar a justiça e ajudar aqueles que estão em necessidade (Ef 4:28; Tg 1:27). Além disto, a igreja tem responsabilidade de ajudar os yaoshorul’itas necessitados (II Co 8:1-4; etc). As oholyaos/congregações do Novo Testamento não eram instituições sociais que tentavam sustentar todo o mundo, nem era seu trabalho ganhar poder político ou providenciar divertimento ou escolas. As oholyaos/congregações do Novo Testamento se dedicavam claramente à uma missão bem mais importante: a salvação e preservação das pessoas para a Vida Eterna. Continuemos nesta missão!

Substituindo o plano do CRIADOR pelas organizações e planos humanos. O plano da Escrituras é simples. A oholyao local era suficiente para cumprir a obra que o CRIADOR lhe deu para fazer. Nada encontramos no Novo Testamento sobre sociedades missionárias, instituições educacionais ou sociais sustentadas pela “igreja”, etc. Não encontramos oholyaos/congregações planejando grandes obras e depois pedindo fundos de outras congregações para completar seus planos. Cada igreja local era suficiente para cumprir sua missão dada pelo CRIADOR: divulgar as Boas Novas, salvando vidas; evidente que para isto, prover alimentos aos pobres, fazia – deve fazer sempre – parte!

Fazendo a obra do CRIADOR à maneira do CRIADOR

Quando buscamos servir o Messias nas oholyaos/congregações locais, vamos nos contentar em fazer a obra do CRIADOR como ele instruiu. Cada esforço para “melhorar” o plano do CRIADOR mostra uma falta de fé nele e na absoluta suficiência de sua palavra. Vamos confiar nele e vamos amá-lo bastante para obedecê-lo plenamente (Jo 14:15).

 

O Homem Bem Sucedido

O que deveria um homem fazer com sua vida? Temos apenas uma vida para viver e há tantas metas que um homem pode querer atingir! Mas o que um homem deveria fazer de modo a tornar sua vida um sucesso? O sucesso na vida pode parecer ser, certamente, um alvo ilusório. Temos que decidir em que constitui o "sucesso" e então devemos decidir se, e quando, atingimos a meta. Ao envelhecermos, descobrimos muitas vezes que aquelas coisas que pensávamos que constituíam o sucesso, na verdade enchem nossa vida de vazio.

Os jovens, que estão no início da vida, defrontam com esta questão: Que farei com o resto de minha vida? Todos nós temos que responder a essa mesma pergunta, mas este estudo se concentrará sobre a resposta que um homem tem que dar. Naturalmente, a respeito de algumas coisas, uma vida bem sucedida, tanto de homens como de mulheres, será a mesma coisa, mas há algumas responsabilidades especiais que cabem ao homem.

É natural, entre os rapazes, nos anos antes da maioridade, procurar um modelo entre aqueles homens que a sociedade considera bem sucedidos. A sociedade muitas vezes glorifica o atleta que possui capacidade física excepcional, mas que demonstra caráter inferior. Muitas pessoas imaginam que o homem perfeito é aquele que tem tremenda força física e, na verdade, a sociedade o admira por isso (culto ao corpo). A sociedade também mostra o homem com poder ou riqueza como um sucesso. Muitas vezes, tais indivíduos passaram por cima de outros, em sua decidida busca de satisfação de desejos mundanos, mas a capacidade para manejar tais poderes é admirada por muitos (culto ao materialismo). Como observamos anteriormente, é frequente esses indivíduos atingirem o topo só para descobrir que ele vale menos do que tinham imaginado – sempre em busca, nunca satisfeito.

Precisamos nunca esquecer que o CRIADOR [Yaohushua – Jo 1:3. Hb 1:2] criou o homem. Ele nos conhece melhor do que a nós mesmos. Além disso, o CRIADOR sabe o que satisfaz o homem; ele sabe que tipos de realizações são de valor duradouro e agradarão o lado espiritual do homem.

Que tipo de homem o CRIADOR considera um homem perfeito, um homem bem sucedido? As Escrituras é o manual do CRIADOR para o homem piedoso, e como tal contém informação de como um homem deverá agir em cada relação que ele tiver.

A verdade é que o homem é bem sucedido nesta vida somente quando serve ao CRIADOR. O profeta Miquéias/Mikha’yah escreveu: "Ele te declarou, ó homem, o que é bom; e que é o que o Messias pede de ti: que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu CRIADOR" (Mq 6:8). O homem que deseja andar com o CRIADOR humilhar-se-á e obedecerá aos Mandamentos Morais (TODOS, nenhum foi ab’rogado- Tg 2:10 cf. I Jo 2:4); crê em YAOHUH, o PAI e em Seu Filho único, Yaohushua (I Jo 2:22); arrepende-se de seus pecados (At 17:30), confessa sua fé em Yaohushua hol'Mehushkyah e é imerso no único Nome que Salva – Yaohushua (At 2:21); e não em um nome falso [jesus], paganizado – Ap 13:8 (Mc 16:16; At 2:38; Ro 10:9-10).

Quando um homem se torna um yaoshorul’ita, ele tem responsabilidade para com outros yaoshorul’itas, por causa da relação que ele tem com Yaohushua hol'Mehushkyah. Ele buscará outros yaoshorul’itas com quem adorar e trabalhar (Hb 10:24-25). Ele precisa crescer em seu conhecimento da Palavra do CRIADOR estudando as Escrituras] de modo que seja capaz de partilhar a mensagem da reconciliação com outras pessoas (II Pe 3:18; Hb 5:11-14). Cada parte do corpo de Yaohushua hol'Mehushkyah, a igreja, deverá contribuir para o bem do todo, usando todas as habilidades que cada um possui (Ef 4:11-16). Os homens precisam qualificar-se para servir como diáconos ou presbíteros na congregação local. Desenvolver o caráter espiritual que o Messias exige de diáconos e presbíteros exige tempo e persistência no estudo (I Tm 3; Tt 1:5-9).

O homem (do CRIADOR) bem sucedido pode não ser um homem rico ou influente, mas é um bom cidadão. Ele mostra respeito ao CRIADOR obedecendo às leis da terra até onde elas não conflitem com a Lei do CRIADOR – a Lei Moral, inclusive o 4º mandamento, é claro. Ele sabe que o CRIADOR ordenou ao governo que providencie a ordem na sociedade e, assim, ele obedece à lei como se estivesse obedecendo ao próprio o CRIADOR.

O Santo Espírito (Yaohushua, em espírito onipresente desde o Pentecostes) ordena: "Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda do CRIADOR; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação do CRIADOR, e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação ...É necessário que lhe estejais sujeitos, não somente por causa do temor da punição, mas também por dever de consciência" (Romanos 13:1-2, 5). Assim, o homem que agrada a o CRIADOR anda correto diante dos outros, pagando seus impostos e mostrando respeito pelas leis que existem na terra (I Pe 2:11-17).

O homem bem sucedido é um bom trabalhador. Como empregado, ele trabalha pelo salário que recebe, sabendo que esse trabalho é, na realidade, um contrato entre o empregador e o empregado. Ele trabalha de tal modo que possa manter uma boa consciência, tanto diante do seu empregador como do CRIADOR. Sha’ul/Paulo escreveu: "Servos, obedecei em tudo ao vosso senhor segundo a carne, não servindo apenas sob vigilância, visando tão somente agradar homens, mas em singeleza de coração, temendo ao Messias. Tudo quanto fizerdes, fazei-o de coração, como para o Messias, e não para homens, cientes de que recebereis do Messias a recompensa de herança. A Yaohushua hol'Mehushkyah, o Messias, é que estais servindo" (Cl 3:22-24).

O homem (seguidor do CRIADOR) é honesto e operoso; trabalhando de modo que possa ser capaz de ajudar aos outros (I Ts 4:9-12; I Pe 4:15; II Ts 3:6-12; Ef 4:28).

Se um homem tem esposa e filhos, ele precisa providenciar as necessidades físicas deles, por meio dos frutos do seu trabalho. Desde o começo, o CRIADOR tem dado ao homem a responsabilidade de dar o que a família necessita (Gn 3:17-19). De fato, o homem que não quer prover e satisfazer as necessidades de sua própria família é pior do que um incrédulo (I Tm 5:8). Não há nenhuma garantia que procurando um emprego vai ser fácil, mas o homem que é preguiçoso e não está disposto a trabalhar para sustentar sua própria família deve se envergonhar. As Escrituras diz: "Se alguém não quer trabalhar, também não coma" (II Ts 3:10).

O homem (seguidor do CRIADOR) bem sucedido, contudo, tem outras responsabilidades para com sua família além de cuidar das suas necessidades físicas. Ele tem que amar sua esposa como ama a si mesmo. Ele é o cabeça de sua esposa; mas a conduz com amor em vez de força. O apóstolo Sha’ul/Paulo escreveu: "Maridos, amai vossa mulher, como também Yaohushua hol'Mehushkyah amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela, para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água e pela palavra, para apresentar a si mesmo Igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem cousa semelhante, porém santa e sem defeito. Assim também os maridos devem amar sua mulher como ao próprio corpo. Quem ama a esposa a si mesmo se ama" (Ef 5:25,29).

Tal homem não tira vantagem da submissão bíblica de sua esposa, mas em vez disso cuida dela como cuidaria de seu próprio corpo. É comum pessoas pensarem que um homem tem que dominar sua esposa com dureza de modo a provar que ele é verdadeiramente um homem! Nas mentes de tais pessoas, ser o cabeça da esposa supõe-se que permita ao esposo demonstrar raiva ou amargura para com sua esposa. Mas o CRIADOR aconselha gentileza, bondade e ternura (Ef 4:31-32; Cl 3:12-13, 19; I Pe 3:7).

O homem (seguidor do CRIADOR) bem sucedido é também o chefe espiritual da família. Os filhos é uma dádiva do Messias (Sl 127:3) e assim o pai bem sucedido ensina a seus filhos o Caminho do Messias (Ef 6:4). Para conseguir sucesso neste respeito, ele precisa trabalhar diligentemente, instruindo seus filhos conforme ele tem oportunidade (Dt 6:4-9). Naturalmente, ele próprio precisa aprender e andar nesse Caminho para que sua família possa ver seu bom exemplo. Ele precisa ser paciente com seus filhos, de modo que eles não fiquem desanimados (Cl 3:21), justamente como o CRIADOR é paciente com seus filhos espirituais, mas ele não aceita que os filhos façam coisas erradas.

O homem que tem sucesso na vida é aquele que permite ao CRIADOR dirigir seus passos em qualquer situação; como um membro do corpo espiritual de Yaohushua hol'Mehushkyah, a Igreja/Kehiláh; como um cidadão, um empregado e um esposo ou pai. No dia do Juízo Final, o Messias não perguntará com que velocidade uma pessoa pode correr, a que distância pode chutar uma bola, quanto dinheiro acumulou através de negócios, ou mesmo quão famoso foi na vida. Cada um de nós será julgado pelo manual do sucesso do Messias (Jo 12:48). A medida de nosso sucesso será como seguimos o projeto do Messias para um homem piedoso. O mundo, certamente, mede os homens por um padrão diferente, mas é ao CRIADOR a quem devemos prestar contas.

 

O Cristão e os Problemas Financeiros

Você está enfrentando problemas financeiros? Faturas que você não consegue pagar? Cheques que você não pode cobrir? Necessidades que você não tem dinheiro para suprir? Vergonha? Frustração? Excesso de trabalho? Tensão? Problemas financeiros são excessivamente preocupantes e conduzem a muitos pecados: descontentamento, ingratidão, ira, desonestidade, impaciência, ansiedade e negligência das suas responsabilidades espirituais e para com sua esposa(o). As Escrituras ensina-nos como enfrentar muitas situações diferentes na vida, incluindo as dificuldades financeiras. A chave para enfrentar problemas financeiros está na atitude da pessoa. Para responder bem precisamos permitir que a palavra do CRIADOR opere em nosso coração e mude nosso modo de ver as coisas.

Atitudes

Gratidão: Sha’ul insiste em que sejamos gratos. Precisamos estar "...transbordando de gratidão" (Cl 2:7). "Dêem graças em todas as circunstâncias..." (I Ts 5:18). Não devemos nos queixar nem sentir pena de nós mesmos, mas antes devemos considerar cuidadosamente todas as razões que temos para sermos agradecidos e louvar ao CRIADOR por suas bênçãos a nós. Os yaoshorul’itas no deserto estavam se queixando constantemente, mas tinham se esquecido da grande libertação que o CRIADOR lhes tinha dado havia apenas pouco tempo. Temos que atentar para o que o Messias [o CRIADOR] nos tem dado e não para as coisas que não temos.

Contentamento: "Conservem-se livres do amor ao dinheiro e contentem-se com o que vocês têm, porque o CRIADOR mesmo disse: ‘Nunca o deixarei, nunca o abandonarei’" (Hb 13:5). A presença do CRIADOR com Seu povo deveria dar tanta alegria e segurança que poderíamos facilmente nos contentar com qualquer padrão de vida. Sha’ul/Paulo estava contente na fome ou na abundância (Fl 4:10:13). Por outro lado, as Escrituras estão repletas de advertências contra a ganância e a avareza (veja Lc 12:15, por exemplo). Por qualquer razão, nunca parecemos reconhecer o desejo desordenado por coisas em nossas próprias vidas. Pensamos que todas as coisas que queremos são necessidades e que a dívida que acumulamos ao buscar adquiri-las, é perfeitamente aceitável. Poucos de nós admitem a ganância em nossas vidas porque nos cegamos e assim, deixamos de perceber o verdadeiro estado de nosso coração. Sha’ul/Paulo exortou: "Por isso, tendo o que comer e com que vestir-nos, estejamos com isso satisfeitos" (I Tm 6:8). Porém, estamos satisfeitos somente com isto?

Sobriedade: Muitos textos nos exortam a sermos sóbrios (I Ts 5:6, 8; I Pe 1:13; 4:7; 5:8). A pessoa sóbria encara os fatos e não deixa seus desejos colorirem sua percepção da realidade. Muitas pessoas tratam das finanças num mundo de sonho, sempre imaginando que tudo dará certo, magicamente. Mas fugir de um problema ou negá-lo não ajuda e não está de acordo com o caráter de Yaohushua hol'Mehushkyah. Temos que reconhecer nossa situação atual, não importa quão triste seja, e ser "homens de coragem" (I Co 16:13). Ignorar os problemas não os extingue. Lutas financeiras não desvanecem sem mais nem menos, mas precisam ser resolvidas por disciplina séria e perseverante.

Honestidade: A honestidade é parte do caráter yaoshorul’ita (II Co 8:21; Tt 2:5). Pessoas honestas aceitam suas limitações financeiras e não tentam ser uma coisa que não são; vivendo num estilo de vida que suas condições não permitem. Pessoas honestas admitem que há muitas coisas que outras pessoas em torno delas têm ou podem fazer, que elas não podem, porque não têm dinheiro suficiente para isso. E pessoas honestas não fazem dívidas que não têm capacidade para pagar (veja Ro 13:8).

Diligência: Algumas vezes, porém nem sempre, os problemas financeiros resultam da preguiça. "Tirando uma soneca, cochilando um pouco, cruzando um pouco os braços para descansar, a sua pobreza o surpreenderá como um assaltante, e a sua necessidade lhe sobrevirá como um homem armado" (Pv 6:10-11). "Por causa da preguiça, o telhado se enverga; por causa das mãos indolentes, a casa tem goteiras" (Ec 10:18). Problemas financeiros devem ser esperados quando nos mimamos com “descanso” e “sossego”, e não trabalhamos esforçadamente. Um homem deve sustentar sua família (I Tm 5:8) mesmo que isso possa envolver trabalho difícil ou empregos desagradáveis, ou mesmo se o trabalho disponível é relativamente mal pago.

Espiritualidade: Precisamos manter nosso foco principal em Yaohushua hol'Mehushkyah, não em coisas materiais. "Ninguém pode servir a dois senhores: pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a o CRIADOR e ao Dinheiro... Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino do CRIADOR e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas" (Mt 6:24, 33). Nossas posses, nossa posição e nosso sucesso nesta vida são matérias insignificantes para o verdadeiro yaoshorul’ita. Ele se vê como meramente passando através desta vida como um peregrino e, portanto, relativamente desinteressado nas suas condições. Ele nunca faz da prosperidade material uma meta séria (veja Lc 9:57-58). O homem espiritual percebe que seu dinheiro e sua posição financeira não são as coisas importantes da vida.

Altruísmo: O servo do Messias está sempre buscando dar, em vez de gastar consigo mesmo. Ele vê o dinheiro que ganha trabalhando como uma bênção que ele pode aplicar servindo a outros: "O que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo algo de útil com as mãos, para que tenha o que repartir com quem estiver em necessidade" (Ef 4:28). Discípulos verdadeiros vêem a prosperidade material não tanto como algo para si mesmo, mas como algo útil para servir outros (II Co 9:8-11). Enquanto o yaoshorul’ita for egoísta, ele sempre sentirá frustrações ao lidar com assuntos financeiros.

Humildade: A humildade para admitir enganos e buscar corrigi-los é básica. Muitos de nós temos tido atitudes impróprias e não temos administrado bem nosso dinheiro. Nunca mudaremos até que admitamos que temos estado errado. Precisamos também ter a humildade de examinarmo-nos à luz da palavra do CRIADOR e fazer as coisas que aprendermos com Ele (Tg 1:21-24).

Esta seria uma boa hora para parar de ler este artigo e rever as oito atitudes que precisamos ter e tentar honestamente avaliar-nos e resolver mudar nossa atitude nas áreas necessárias. Agora pense; como o CRIADOR nos vê em cada uma destas atitudes?

 

Mudanças Específicas

As coisas específicas que precisamos fazer ao lidar com problemas financeiros dependem de nossa mudança e adoção das atitudes mencionadas anteriormente. Sem as perspectivas corretas, os passos seguintes terão pouca validade.

1. Avalie honestamente sua situação. Encare os fatos. Talvez ajudasse pegar uma folha de papel e lançar todas as suas dívidas e anotar os valores de todas. Então, lançar sua renda e suas despesas mensais. Qual é, exatamente, sua situação financeira!?!

2. Comece a pagar suas dívidas. "Não devem nada a ninguém, a não ser o amor de uns pelos outros..." (Ro  13:8). Calcule quanto dinheiro por mês é necessário para pagar todos os juros e, também, comece a pagar o principal (o valor original do empréstimo, antes do acréscimo de juros). Se suas prestações e obrigações mensais forem mais do que tem disponível no orçamento da família, ha três coisas que poderia fazer de modo a ter dinheiro para pagar as dívidas: 

(a) Gastar menos. Quando for necessário, as despesas podem ser reduzidas às mínimas necessidades de comida e lugar para viver (veja I Tm 6:6-10). 

(b) Ganhar mais. Às vezes há oportunidades para trabalhar mais horas, ter um segundo emprego, ou encorajar os filhos adolescentes ou adultos que estejam vivendo no lar a trabalharem (isto também será bom para eles e também faz parte da educação deles, que um dia constituirão famílias).

(c) Vender coisas. Os yaoshorul’itas primitivos vendiam casas e terras para aliviar as necessidades de seus irmãos (At 4:32-37); certamente não é irracional esperar que um discípulo de Yaohushua hol'Mehushkyah venda coisas para poder pagar o que deve.

3. Viva dentro dos limites de seu orçamento. As Escrituras adverte sobre a loucura de fazer dívidas: "O rico domina sobre o pobre; quem toma emprestado é escravo de quem empresta" (Pv 22:7). A escravidão aos credores é muito penosa; é melhor esperar pacientemente e comprar somente aquelas coisas que se pode pagar à vista.

4. Comece a aplicar sua renda no sentido de metas espirituais. Temos que chegar a ver tudo o que temos como provenientes do Messias e começar a usar nossos recursos para servi-Lo. Assim, demonstrarmos a nossa gratidão àquEle que TUDO nos deu; até a Vida! O Novo Testamento exorta-nos a dar generosa e abundantemente (II Co 8-9). Conquanto seja verdade que não estamos mais obrigados ao dízimo, não devemos usar isso como uma desculpa para sovinice. Não devemos permitir que nossa oferta seja diminuída pela avareza (II Co 9:5).

Considere

Em todas as áreas da vida, a palavra do Messias nos fornece a orientação perfeita. Da mesma maneira, no campo financeiro devemos dar ouvidos à sabedoria do CRIADOR revelada nas Escrituras. Quando obedecemos aos mandamentos do Messias, recebemos tanto "a promessa da vida presente" como a da vida "futura" (I Tm 4:8). Sigamos estas instruções!

 

Entendendo as Promessas do CRIADOR Quanto às Bênçãos Materiais - Mt 6:25-33 [II Co 9:6-14].

Em seu poderoso sermão do monte, Yaohushua hol'Mehushkyah tratou da nossa necessidade de bênçãos materiais, dadas por Ele. Em Mateus/Man’yaohuh 6, Yaohushua hol'Mehushkyah reafirmou ao seus ouvintes da época, e reafirma aos yaoshorul’itas de hoje, que o ETERNO proverá as necessidades básicas daqueles que buscam o Reino, mediante o Filho, Yaohu’shua. Assim como ele alimenta as aves e veste as ervas, quanto mais dará ele aos seus filhos que são criados à sua própria imagem. Um verdadeiro filho do ETERNO nunca deveria se preocupar com suas necessidades materiais. Desde que o yaoshorul’ita não seja indolente, o CRIADOR proverá!

Há, no entanto, religiões e pregadores, hoje em dia, que levam a promessa do CRIADOR muito além do que ele disse. Estes grupos e homens ensinam que, por servir ao ETERNO UL’HIM, podemos ganhar riqueza bem além do que é suficiente para as nossas necessidades materiais, mínimas. Geralmente, estes grupos ensinam que o yaoshorul’ita pode também ter boa saúde e que os problemas físicos terminariam se ele servir ao CRIADOR fielmente (nos dízimos, é claro, já que seguir falsas doutrinas como a trindade, imortalidade da alma; crer em dons de línguas estranhas, num falso dia de guarda, etc, para eles não tem importância) e se contribuir generosamente para "sua causa" – diga-se “pastores”. Ainda que estas promessas soem muito bem, o CRIADOR em nenhum lugar de sua palavra deu tais esperanças ao seu povo. Aqueles que ensinam tais coisas enganam os ouvintes e condenam suas próprias vidas ao Lago de Fogo, por acrescentarem à palavra do CRIADOR (Ap 22:18). Se estas doutrinas estão em conflito com as Escrituras, então por que os homens as ensinam? Leia atentamente Mt 5:29.

Primeiro, como em todas as coisas, há alguns que ensinam estas doutrinas simplesmente para aumentar seus próprios ganhos. Usando os desejos daqueles que querem uma vida financeiramente melhor, ou uma melhor saúde física, estes falsos mestres prometem resultados para aqueles que contribuírem "generosamente". Esse dinheiro é então usado para o ganho pessoal, em vez da obra do CRIADOR, o pretexto para o qual foi dado. Esta prática é muito similar à dos falsos mestres, descrita na Escrituras. Note uma descrição em particular em II Pe 2. Descrevendo os falsos mestres, Pedro/Kafos disse:

...tendo olhos cheios de adultério e insaciáveis no pecado, engodando vidas inconstantes, tendo coração exercitado na avareza, filhos malditos (vs. 14).

...abandonando o reto Caminho, se extraviaram, seguindo pelo caminho de Bin’lan, filho de Beor, que amou o prêmio da injustiça (vs. 15).

...porquanto, proferindo palavras jactanciosas de vaidade, engodam com paixões carnais, por suas libertinagens, aqueles que estavam prestes a fugir daqueles que andam no erro (vs. 18).

Os falsos mestres, tanto naquele tempo como agora, frequentemente procuram ganho financeiro ao enganar, planejadamente, aqueles que sinceramente se esforçam para servir ao ETERNO.

Segundo, há outro tipo de mestre (sinceros) que ensinam as mesmas doutrinas, e também crêem que estas doutrinas são verdadeiras e são promessas do CRIADOR. Infelizmente, em seus erros, eles dão a oportunidade para satanás desencaminhar outras pessoas. Note a história de Simão, o Mágico, em Atos 8. Através de suas práticas, ele convenceu os homens de que ele era do CRIADOR, e que fazia essas coisas em Nome do CRIADOR (At 8:9-11). Ainda que feitas em Nome do CRIADOR, as práticas de Simão afastavam os homens do CRIADOR. Como Simão, satanás usa os homens da mesma maneira, hoje em dia, quer eles ensinem para o seu ganho pessoal, quer creiam que esta doutrina – prosperidade – esta correta, aos olhos do CRIADOR. Estes últimos estão, no entanto, sinceramente errados!!! Mt 7:21-23.

Há muitas passagens na Escrituras que desacreditam os ensinamentos destes homens. Tome como exemplo as vidas dos apóstolos de Yaohushua hol'Mehushkyah. Certamente, estes homens eram fiéis filhos do CRIADOR, entretanto ele achou por bem não fazer promessas de "saúde e riqueza" a eles. Conforme lemos no Novo Testamento, vemos esses homens “sofrendo” pelo CRIADOR (At 12:1-2; 14:19, etc.). Também lemos, em Atos 7, sobre o fiel Esteban sendo apedrejado pelo seu serviço ao CRIADOR e, em Fl2:26, que Epafrodito estava doente, à beira da morte! Todos estes exemplos, e muitos outros, mostram serem estas promessas fraudulentas; caso não fosse: “cura-te a ti mesmo!!! Lc 4:23. O CRIADOR nunca prometeu ao Seu povo sucesso financeiro nem saúde física. Precisamos ser muito cuidadosos para não sermos apanhados por aqueles que ensinam tais doutrinas.

Depois de examinar estas coisas, pode-se perguntar: "Por que o CRIADOR não prometeu tais bênçãos aos seus fiéis seguidores?" Examinemos algumas passagens, que explicarão esta decisão. Em sua conversa com o moço rico Yaohushua hol'Mehushkyah afirmou que é difícil para um rico entrar no Reino do Céu (Mt 19:23). Por que isto? As riquezas, muitas vezes, dão às pessoas muita confiança em suas próprias habilidades e, assim, elas esquecem que precisam do CRIADOR. Certamente, o relato em Mateus/Man’yaohuh 19 mostra este problema, claramente.

Yaohushua hol'Mehushkyah também disse, em sua parábola sobre os solos, que as riquezas podem "afogar" a palavra, até o ponto em que se deixará o Messias para ir à procura de interesses terrenos (Mt 13:22). Os Salmos/Tehillim salientam problemas semelhantes. O Sl 52:7 fala de um homem que confia mais nas riquezas do que no ETERNO e o Sl 61:10 adverte para não prendermos nossos corações em nossas riquezas. Muitos não poderiam controlar as tentações causadas pela riqueza e como o CRIADOR não permite tentações acima do que os homens podem suportar (I Co 10:13), elas não vem. O CRIADOR não quer que nada faça com que o homem pare de procurar um Lar Eterno (capacitar-se para tal), com Ele, no céu. Com referência à saúde, o CRIADOR, às vezes, permite que problemas físicos nos testem e edifiquem a nossa fé nEle. Pedro/Kafos tratou de um sofrimento um tanto diferente em sua primeira carta, mas o princípio é o mesmo. Note I Pe 1:6, 7.

Talvez o CRIADOR use os problemas físicos para ensinar a necessidade de termos mais fé (perseverança) nEle. O CRIADOR pode conceder riqueza a seus filhos se eles puderem manter a perspectiva certa. Ele também pode dar boa saúde para aqueles que o seguem. Contudo, nenhum homem deveria ensinar que essas coisas são prometidas, porque o CRIADOR jamais disse isso. Qualquer que seja nossa situação na vida, devemos estar contentes por confiar no CRIADOR e acreditar que Ele está provendo o melhor (e o necessário, nada mais) para nós, espiritualmente.

O que nunca podemos deixar de lembrar é que o CRIADOR fez uma promessa maior do que qualquer coisa que podemos experimentar na terra: o CRIADOR prometeu aos seus filhos uma eternidade com Ele. Portanto, o nosso objetivo é a Vida Eterna (o Reino da Glória) e não tão somente o Reino da Graça, tão almejado pelos pentecostais; que, com isto, estão plantando em solo pedregoso, sem nem mesmo adubá-lo com a Verdade!

Voltando ao sermão do monte, Yaohushua hol'Mehushkyah afirmou em Mt 5:12 que, ainda que as coisas possam não ser fáceis, na terra, o prêmio vindo do céu compensará, de sobra, qualquer sofrimento que tenhamos agora. Não nos tornemos, nunca, tão preocupados com riquezas e saúde, ou com a falta delas, que perderemos a promessa que nos foi feita: um lar com nosso Messias aqui na Terra, totalmente restaurada e sem as máculas do pecado e livre da ação de satanás.

 

O Cristão e o Emprego

Quando Yaohushua, a Palavra (Jo 1:3; Hb 1:2) criou Adão/Adan no jardim do Éden, deu-lhe um trabalho para realizar: cultivar e cuidar do jardim, por puro prazer! Isso foi antes do homem pecar e mostra que o CRIADOR pretendia que o homem trabalhasse mesmo que o pecado não tivesse entrado no mundo. Ap 7:15 mostra que os fiéis na Nova Terra "servem" ao ETERNO. A Vida ETERNA não deve ser encarada como uma folga infindável com anjos – e nós – tocando infindáveis melodias em harpas; mas sim como um período em que "trabalhamos" para o ETERNO, por puro prazer de produzirmos algo que satisfaça ao ETERNO e ao Cordeiro, o nosso CRIADOR Yaohushua! Esse é o ideal para o homem, desde o Éden...

Quando Adão/Adan caiu, mudou a natureza de seu trabalho. O CRIADOR amaldiçoou o solo, de modo que produzisse espinhos e abrolhos (Gn 3:17-19). O trabalho do homem ficou mais difícil e laborioso. Dali em diante, o homem passou a ganhar o pão com o suor do seu rosto. Porém, antes, deu-lhe um refrigério semanal; uma pausa em suas necessidades de realizar trabalhos remunerados para sustentar a si e à sua família: o Santo Sábado!

Como em todo aspecto da vida do homem, o CRIADOR deu instruções claras sobre o ser humano e o seu trabalho. Vamos examinar essas instruções com cuidado.

- Qual a razão de trabalhar?

As Escrituras oferece várias razões por que o homem deve trabalhar. Primeiro, é a ordem do CRIADOR. Sha’ul (Sha’ul/Paulo) deixou isso bem claro em II Ts 3. É óbvio que alguns dos teslonikyahns não estavam trabalhando. Sha’ul (Sha’ul/Paulo) os repreendeu fortemente e os exortou para que todos trabalhassem. "Porque, quando ainda convosco, vos ordenamos isto: se alguém não quer trabalhar, também não coma. Pois, de fato, estamos informados que, entre vós, há pessoas que andam desordenadamente, não trabalhando; antes, se intrometem na vida alheia. A elas, porém, determinamos e exortamos, no CRIADOR Yaohu’shua o Messias, que, trabalhando tranquilamente, comam o seu próprio pão" (II Ts 3:10-12).

Em segundo lugar, o homem deve trabalhar para sustentar a si e aos que dele dependem. "Contudo, vos exortamos, irmãos, a progredirdes cada vez mais e a diligenciardes por viver tranquilamente, cuidar do que é vosso e trabalhar com as próprias mãos, como vos ordenamos; de modo que vos porteis com dignidade para com os de fora e nada venhais a precisar" (I Ts 4:10-12). Devemos ganhar o próprio pão sem contar com a ajuda das outras pessoas. "Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente" (I Tm 5:8). Deve ficar claro que o trabalho não é uma opção deixada a nosso critério; o CRIADOR nos manda trabalhar, desde o Éden.

Em terceiro lugar, devemos trabalhar para podermos ajudar as outras pessoas. "Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado" (Ef 4:28).

Há, obviamente, exceções à ordem de trabalhar. Quem é esposa e mãe tem uma tarefa especial a desempenhar no lar (I Tm 5:14; Tt 2:5). As Escrituras não sugere que as mulheres devam trabalhar fora além de trabalharem em casa. O papel de esposa e mãe geralmente é um trabalho de tempo integral. Há aqueles cuja saúde não permite que trabalhem. Há circunstâncias especiais em que alguém pode não estar apto para trabalhar ou em que alguém que trabalha ainda precisa de auxílio. Muitas dessas situações são mencionadas na Escrituras (veja At 2:44-45; 4:34-35; 6:1-6; 11:27-30; II Co 8:13-15).

De modo geral, porém, devemos trabalhar e nos sustentar. Há quem não ache que isso seja necessário. Às vezes, os jovens que têm idade suficiente para se sustentar preferem ficar sem fazer nada e deixar que o “papai e a mamãe” cuidem deles. Alguns não trabalham  simplesmente porque não encontram o emprego que lhes agrade, ou porque ninguém lhes veio oferecer um emprego. O desemprego é um fato de vida, mas o yaoshorul’ita que está se esforçando para agradar ao ETERNO deve colocar todo o seu empenho na procura de um emprego; um trabalho de tempo integral. Enquanto não consegue; pequenos serviços [“bicos”] podem lhe dar o mínimo...

No emprego

Devemos ser aplicados em tudo o que fazemos (Ec 9:10). O livro de Provérbios/Maush’lei trata muito do ocioso, o homem que se recusa a trabalhar. O preguiçoso faz tudo o que deseja, menos trabalhar. "O preguiçoso morre desejando, porque as suas mãos recusam trabalhar" (Pv 21:25). Inventa desculpas para evitar o trabalho: "Diz o preguiçoso: Um leão está lá fora; serei morto no meio das ruas" (Pv 22:13). Está sempre precisando de descanso, de relaxamento e de folga: "Um pouco para dormir, um pouco para tosquenejar, um pouco para encruzar os braços em repouso" (Pv 6:10). O escritor compara uma porta que abre e fecha com o preguiçoso que vira na cama. “O trabalho necessário para levar a mão do prato à boca para se alimentar o deixa completamente exausto, e ele precisa então descansar de novo” (Pv 26:13-16).

O preguiçoso recebe a instrução de ser aplicado: "O preguiçoso não assará a sua caça, mas o bem precioso do homem é ser ele diligente" (Pv 12:27). Ele deve olhar para o futuro e planejar o seu sustento. "O que ajunta no verão é filho sábio, mas o que dorme na sega é filho que envergonha" (Pv 10:5). O padrão apresentado é a formiga: "Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, considera os seus caminhos e sê sábio. Não tende ela chefe, nem oficial, nem comandante, no estio, prepara o seu pão, na sega, ajunta o seu mantimento" (Pv 6:6-8). A formiga trabalha sem ser mandada, e se prepara para os dias de escassez. Algumas pessoas pensam somente nas necessidades momentâneas, esquecendo-se de que precisarão comer amanhã também.

Provérbios é claro sobre as consequências da preguiça: “a pobreza e a necessidade” (Pv 6:10-11). Apresenta-se uma descrição completa do campo de um preguiçoso: "Passei pelo campo do preguiçoso e junto à vinha do homem falto de entendimento; eis que tudo estava cheio de espinhos, a sua superfície, coberta de urtigas, e o seu muro de pedra, em ruínas. Tendo-o visto, considerei; vi e recebi instrução. Um pouco para dormir, um pouco para tosquenejar, um pouco para encruzar os braços em repouso, assim sobrevirá a tua pobreza como um ladrão, a tua necessidade, como um homem armado" (Pv 24:30-34). O ocioso acabará sendo dominado pelo diligente, e ainda assim não terá nada (Pv 12:24; 13:4).

Vários textos dão instruções específicas ao servo (em nossa sociedade, o empregado o equivale em muitas situações): 

“E vocês, trabalhadores, obedeçam aos vossos patrões aqui na terra, executando conscienciosamente as vossas tarefas, com respeito e temor, como se fosse para hol-Mehushkhay. Trabalhem bem; não o façam só para agradar aos patrões quando estes vos estão a ver, mas, antes como trabalhando para hol-Mehushkhay, e como quem está a executar de coração a vontade de UL; (Ef 6:5-8). 

"Vocês, trabalhadores, devem obedecer aos vossos patrões em tudo que fazem. Tentem agradar-lhes sempre, não apenas quando estão sendo observados. Obedeçam de boa vontade por causa do vosso temor reverente para com YAOHUH Trabalhem bem e com agrado em tudo que fazem, como estivessem trabalhando para YAOHUH e não para as pessoas. Lembrem-se que YAOHUH vos dará uma herança por recompensa, e o patrão que estão a servir é hol-Mehushkhay Mas, se fizerem o que é mau, serão retribuídos pelo mal que fizerem. Porque o Criador não faz distinção entre as pessoas." (Cl 3:22-25). 

“Persuade também os que trabalham por conta de outros a respeitarem as ordens dos que lhes pagam, procurando dar satisfação em tudo, sem má-vontade; procurando não causar prejuízos, e mostrando até uma perfeita lealdade. Porque dessa maneira esses yaohushua’him, pela sua conduta, farão com que a doutrina de UL nosso Míhushuayao seja honrada” (Tt 2:9-10).

Basicamente, as instruções do CRIADOR para os que trabalham para outra pessoa são as seguintes:

- Devem submeter-se ao patrão, obedecendo às suas instruções (a exceção a essa regra acha-se em At 5:29);

         1. Não devem reclamar nem ser briguentos (veja Lc 3:14);

         2. Devem ser pacientes ainda que tratados injustamente;

         3. Devem trabalhar esforçadamente, mesmo longe da supervisão do chefe;

         4. Devem trabalhar como se estivessem servindo ao CRIADOR; Jamais devem roubar daqueles para quem trabalham, porque a vida deles deve ostentar a doutrina do Messias.

- As Escrituras também fornecem o padrão de conduta para os patrões (na sociedade atual, esses princípios podem ser aplicados aos que supervisionam os que trabalham). "
E quanto a vocês, patrões e chefes, pratiquem a justiça e a imparcialidade, sem se esquecerem de que acima de vocês também existe um Odmor’ul (Governante), em shuã-ólmayao (céus)" (Cl 4:1). Os patrões devem tratar com justiça aqueles que trabalham para eles e devem evitar fazer ameaças.

Os perigos

Há certas áreas relacionadas ao trabalho em que se deve tomar um cuidado especial para evitar as armadilhas de satanás. É importante que a necessidade de trabalhar e de se sustentar não se corrompam tornando-se ganância e cobiça. Há pessoas que ficam possuídas pelo trabalho e pelo dinheiro e agem desonestamente para conseguirem mais. Outras fazem do trabalho um “ídolo” que lhes domina todo o ser. O ETERNO deve ser a prioridade máxima. Yaohu’shua descreveu um rico fazendeiro que usou toda a sua energia em seu trabalho; o fim dele foi muito triste (veja Lc 12:15-21). Yaohu’shua concluiu a história desta forma: "Assim é o que entesoura para si mesmo não é rico para com o ETERNO" (Lc 12:21).

Outros textos falam do contentamento e do grande perigo de amar o dinheiro (veja Mt 6:19-21; I Tm 6:6-10). O yaoshorul’ita deve trabalhar com diligência, mas jamais deve fazer do trabalho um ídolo.

Amnao!

 

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