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O Festival da Lua Nova

 
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O significado

Quantas vezes, ao lermos as Escrituras não tropeçamos em expressões ou termos que não compreendemos? E quantas vezes optamos por prosseguir a leitura, sem saciar a dúvida? Por exemplo, se tivermos conhecimentos para ler “Rosh Codesh” no texto hebraico, ou então se ouvirmos um judaico referir-se a “Rosh Codesh”, compreendemos a que é que ele está se referindo?

-Edição de o Caminho –

 

…E se, no contexto escriturístico, (e agora já no português) nos depararmos com a expressão “Lua Nova”, …sabemos do que se trata? É que, nas Escrituras, “Lua Nova” está longe de se referir apenas e somente a uma fase da Lua. Na verdade, não sendo nenhum enigma escriturístico, também não tem um sentido totalmente transparente e óbvio, a menos que façamos uma pequena viagem pelo mundo das Escrituras.

Na verdade, “Rosh Codesh” e “Lua Nova” estão relacionados. Literalmente, Rosh Codesh significa “cabeça do mês”, já que a palavra “Rosh” tem a conotação de “primeiro”, ou “cabeça”. O Rosh Codesh (que aparece no texto escriturístico) ou “cabeça do mês” (literalmente) será, então, nem mais nem menos que o início do mês, o primeiro dia de cada mês.

Designou a lua para as estações; o sol conhece o seu ocaso. Sl 104:19

O dia é permitido!

Obviamente que naqueles dias o conceito de medição do tempo já era minimamente conhecido. Mas não era um bem onipresente e sofisticado como é hoje. A informação relativa ao tempo ou aos tempos, não entrava pelas casas através do Jornal Nacional, da Rede Globo! Mudar de mês significava tudo menos virar a folha de um calendário, ou comprar a revista preferida. 

Para se determinar o momento em que a lua se encontrava na fase de “nova”, havia dificuldades a vencer e critérios específicos a seguir. Na verdade, podemos dizer que eram três os passos principais no tratamento dessa informação. Em primeiro lugar, o avistamento da lua tinha de ser testemunhado e reportado ao Sanhedrin em Jerusalém/Yah'shua-oléym, o mais depressa possível. Nesse passo específico, o testemunho de um único indivíduo não era válido, mas a palavra de pelo menos duas testemunhas já era aceito como verdadeira dentro do espírito das normas Mosaicas que regulavam a vida social e religiosa de Israel/Yaoshor’ul (Nm 35:30; Dt 17:6; 19:15). O dever de reportar a nova fase lunar era tão importante que no caso de acontecer num sábado, dava à testemunha imunidade em relação às leis restritivas do Shabbat. E não somente a ela, mas também a todos os que tivessem de ajudar, quer com alimentação, proteção ou outro tipo de ajuda, a fim de que lhe fosse possível chegar rapidamente a Jerusalém/Yah'shua-oléym com aquela informação. A urgência do processo estava, obviamente, ligada aos sacrifícios que tinham lugar no Templo relacionados com o Rosh Codesh, e que tinham de ter lugar na hora certa. Já na cidade, as testemunhas que iam chegando eram recebidas num pátio especialmente separado para elas, onde lhes era provida uma boa refeição, no sentido de as encorajar a repetir o ato, futuramente.

A seguir, e em segundo lugar, o avistamento era validado. A informação era entregue no Sanhedrin, muitas vezes corroborada por pinturas ilustrativas das fases da Lua, onde as testemunhas identificavam e faziam corresponder o seu próprio avistamento. A informação da hora correta servia para se determinar se o mês era de vinte e nove ou trinta dias. A frase que todos aguardavam da boca do príncipe do Sanhedrin era, então, proclamada: ”O dia é permitido!” E, sem demora, começavam todos os preparativos no Templo no sentido de prosseguir com as cerimônias sacrificiais necessárias à ocasião.

Em terceiro lugar, não somente o povo em Israel/Yaoshor’ul, mas também a Diáspora tinha de ter conhecimento do fato daquele dia ter sido aceito. A informação era passada através de mensageiros que partiam a cavalo para todos os pontos, mais perto ou mais distantes. Para a Diáspora, utilizava-se um sistema bem elaborado de comunicações, que aproveitavam a escuridão da noite. No cimo do Monte das Oliveiras, uma vara de madeira com vários metros de altura era incendiada, como um archote. A sua luz era vista noutro monte pré-definido, onde, por sua vez, e utilizando o mesmo método, se passava a informação a outro monte, atingindo-se com esse método cidades tão longínquas como Pumbedita, na Babilônia. Isto fazia com que, de repente, numa cidade a milhares de quilômetros de distância de Jerusalém/Yah'shua-oléym, centenas de varas flamejantes fossem erguidas na escuridão da noite, acendendo a cidade e os corações dos judaicos que nela viviam. 

A importância de se saber quando é que cada mês começava, estava ligada à vida de cada homem em Israel/Yaoshor’ul. No Salmos 104, versículo 19, encontramos a declaração de que a lua, criada por UL, tem a particularidade de apontar para as estações do ano [Gn 1:14-19]. Não é de admirar, pois, que fosse a regularidade da Lua a fazer de marcador natural aos tempos.

Nota de o Caminho: Considere que as condições climáticas [nublado ou chuvoso] podiam impedir a observação da nova fase lunar...

 

A Festa da Lua Nova

Mas a alegria que os judaicos sentiam por cada novo Rosh Codesh não era um sentimento vazio. À identificação da Lua Nova seguia-se uma Festa. E esta, envolvia o próprio Criador. Daí a alegria. 

A Festa da Lua Nova não pertencia ao grupo principal das três festas principais, aquelas que obrigavam a uma deslocação a Jerusalém/Yah'shua-oléym. Era uma festa secundária, e, no entanto, igualmente importante. Podemos aquilatar essa importância pelo fato de ter sido divinamente instituída, sendo que o Criador requeria do adorador uma postura espiritualmente honesta e verdadeira. Falhar de forma recorrente, levou muitas vezes UL a manifestar o seu desagrado perante o eterno vazio a que a “religião” sempre conduz.

O Antigo Testamento apresenta-nos cerca de 25 referências à (Festa da) Lua Nova. Por exemplo, através da leitura do primeiro livro de Samuel capítulo 20, ficamos sabendo que Davi/D’aoud costumava comer à mesa do rei Sha’ul nesse dia (Sm 20:5). E também que, ao tomar a decisão de não comparecer a esse compromisso importante, obrigou Sha’ul a reagir de tal forma que ficou claramente exposto o ódio que ele sentia por Davi/Dáoud. Asafet, um dos cantores do Templo, proclamou a Festa da Lua Nova como tempo de alegria, assinalada com o toque do shofar (Sl 81:3). Salomão/Shua’olmoh escreveu ao rei de Tiro informando-o que se propunha construir um Templo em Jerusalém/Yah'shua-oléym, onde as Festas do Criador teriam lugar, e mencionando particularmente a da Lua Nova (II Cr 2:4). E o próprio UL, em dada hora, mostrou-se cansado da hipocrisia de alguns adoradores, afirmando que já não suportava mais as Festas da Lua Nova que o povo celebrava e Lhe dedicava (Is 1:13-14). 

Na Festa da Lua Nova, “… nos princípios dos vossos meses…” eram tocadas as trombetas de prata (Nm 10:10), e o shofar (Sl 81:3). Os levitas faziam as suas ofertas rituais (I Cr 23:31), e os negócios eram temporariamente interrompidos (Am 8:5). Rosh Codesh, ou Lua Nova, era tempo de regozijo e celebração (Nm 10:10). 

Rosh Codesh era a âncora do tempo, tanto para o homem-agricultor, como para o homem-adorador. Como procederia o homem do campo para determinar o tempo ideal de semear o seu sustento? Da mesma forma, sem um calendário claro, as festas que o Criador exigia que fossem celebradas “ao tempo apontado” (Ex 23:15; 34:18) eram impossíveis de situar e de cumprir. Como celebrar, por exemplo, a Páscoa segundo o requisito divino, em que “no primeiro mês, aos catorze dias do mês, à tarde, comereis pães asmos até vinte e um do mês à tarde” (Ex 12:18) se não fosse possível determinar o primeiro dia desse mês? O estratagema usado pelos opressores de Israel/Yaoshor’ul no tempo que antecedeu a revolta dos Macabeus foi exatamente esse: proibiam (esta) Festa, fazendo com que as (outras) Festas não fossem possíveis de se celebrar, porque ficavam indeterminadas no tempo. Era, pois, uma informação vital, a que as suas vidas estavam ligadas inexoravelmente pela obediência ao Criador.

Hoje, Israel/Yaoshor’ul não comemora mais esta festa, e apenas uma pequenina parte de judaicos ortodoxos a relembra. Saber como ela se processava, no passado, não é apenas um enriquecimento para nós, mas a oportunidade de criarmos na nossa vida o desejo de renovação. Renovação em cada momento, agora e sempre. Começar de novo, recomeçar, recomeçar sempre de forma melhor.

A Festa torna-se para nós como uma contagem regressiva onde mais um mês se inicia; mais perto da Volta do Criador! Em Yaohushua temos esse privilégio, o privilégio de experimentar uma renovação constante... Pois não foi Sha’ul quem afirmou que, como crentes em Yaohushua, “já vos despistes do velho homem com os seus feitos, e vos vestistes do novo, que se renova para o conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou.”? (Cl 3:9-10).

Nos tempos do Antigo Testamento, a Festa da Lua Nova se celebrava no primeiro dia de cada mês lunar com as seguintes práticas e cerimônias:

1. Cessação de negócios [um shabbós].

2. Soar de trombetas (Nm 10:10).

3. Sacrifícios especiais de animais, vegetais e libações (Nm 28:11-15).

4. Comidas festivas (I Sm 20:18-24).

5. Visita ao profeta (II Rs 4:23).

6. Adoração no templo (Ez 46:3).

7. Antecipação da futura redenção (Is 66:23).

Embora seja certo que antes do exílio o período da Lua Nova se celebrava com a suspensão do trabalho, o uso perdeu força durante o exílio e só as mulheres deixavam de trabalhar, pois coube à elas preservarem as tradições e a Toráh, por serem menos suscetíveis às perseguições...

A cerimônia da proclamação da Lua era inicialmente uma tarefa exclusiva do sumo sacerdote e posteriormente, passou ao presidente do Sanhedrin.

 

Lua Nova e Redenção

A relação que havia entre a Festa da Lua Nova e a "redenção de Israel/Yaoshor’ul" foi expressa pelos judaicos do exílio mediante orações recitadas pelo leitor e respondidas pela congregação. Eis aqui o texto a cargo da congregação: "Que ULHIM, bendito seja seu Nome, renove-nos e a todo seu povo, a casa de Yaoshor’ul, para vida e paz, para alegria e gozo, para a salvação e a consolação! Digamos Amnao!"

A mesma conotação messiânica se expressava na bênção proferida pelos membros da haburah (associação de judaicos que no tempo dos macabeus se uniram para preservar a pureza das leis levíticas) na Festa da Lua Nova. A última parte da bênção dizia assim: "Fez a lua para os tempos (Sl 104:19), porque como os novos céus e a nova terra que farei permanecerão diante de mim, diz UL, quem renova a Yaoshor’ul e a Lua".

O reaparecimento periódico da lua devia ser reconhecida com louvor e gratidão ao Criador, e a bênção da Lua Nova era recitada ao ar livre. Eis aqui parte da oração: "E ordenou à Lua que se renovasse como coroa de beleza sobre os que sustentou desde a infância (Israel/Yaoshor’ul), e como símbolo de que eles também adorarão ao seu UL em seu reino glorioso. Bendito seja UL que renova a Lua".

De acordo com o exposto, vemos que a festa do novilúnio era...

(1) um dia de alegria,

(2) um dia de gratidão,

(3) um dia para adorar ao Eterno,

(4) um símbolo da redenção de Israel/Yaoshor’ul,

(5) um símbolo da consolação futura,

(6) um símbolo da imortalidade no reino futuro,

(7) uma antecipação da adoração ao Criador no novo reino.

 

A Árvore da Vida e a Lua Nova

Existe uma relação entre a Festa da Lua Nova e o "comer o fruto da árvore da vida" na Nova Yah'shua-oléym (Ap 22:1-3), já que a árvore da vida produz doze frutos e dá seu fruto a cada mês (Ap 22:2), e na Terra Renovada os remidos irão adorar ao ETERNO "de mês em mês". O mesmo é dito por Isaías/Yaoshua’yaohu em relação ao Reinado Messiânico [milênio] (Is 66:23), o que coincide com a freqüência do reaparecimento da lua nova.

É valioso lembrar que no livro do Apocalipse se usam imagens e conceitos próprios da piedade judaica, e João/Yaohukhanam esboça o gozo do cristão no reino vindouro onde serão restauradas as glórias e privilégios que o homem possuía antes da entrada do pecado. Daí que para o yaoshorul’ita o reino vindouro signifique possuir tudo o que os profetas reclamavam e desejavam para o povo do ETERNO.

Na Nova Terra [a Terra renovada, em Yaohushua] todos têm acesso à árvore da vida, a qual é um emblema da imortalidade. A árvore produz doze colheitas por ano; não doze tipos de frutas na mesma árvore. A idéia é de abundância e não de variedade. Assim como é impossível que haja um mês sem lua nova, do mesmo modo é impossível comer do fruto da árvore e perder a vida eterna. Amnao!

Nota de o Caminho: Acostume-se a fazer uma confraternização entre famílias, ao pôr-do-sol, na semana em que ocorre a Lua Nova...

 

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